segunda-feira, 2 de junho de 2008

TEORIA DO CAOS


Histórico
Cenário: Departamento de Meteorologia do Boston Tech, atualmente conhecido como MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), ano: 1955. Um cientista de cerca de 38 anos, chamado Eduard Norton Lorenz, preenche a vaga deixada por Thomas Malone no corpo docente deste departamento. Lorenz herda, desta forma, a direção de um projeto de pesquisa cujo estudo se concentrava na previsão estatística do tempo. Herda também a possibilidade de participar daquilo que seria o início de “uma nova ciência”.A previsão estatística do tempo é muito parecida com a previsão sinóptica, que se caracteriza por se basear mais em observações do passado do que em princípios físicos. Tal forma de previsão era do tipo linear, ou seja, a temperatura de um local poderia ser prevista e calculada como sendo uma constante a, somada com uma constante b mais uma outra constante c multiplicada pela temperatura de hoje em um outro local... O trabalho do meteorologista se limitava a determinar os valores destas constantes a, b, c ... e os preditores – elementos climáticos que multiplicam as constantes.Lorenz não estava muito satisfeito com os resultados de previsões sinópticas e numéricas obtidos com equações de caráter linear. Então, num encontro em Wisconsin, 1956, propõe previsões a partir de sistemas de equações não lineares. Isto era bem razoável pelo fato de que a linearidade perfeita fazia com que cada variável sempre assumisse os mesmos valores apresentados no ciclo anterior. Resumindo: Lorenz foi levado a concluir que as equações deveriam apresentar soluções não periódicas. Poder-se-ia fazer uso de um computador para resolver tais equações e chegar a uma previsão mais correta.Aconselhado por um colega de departamento, Robert White, Lorenz começou a efetivamente usar um computador. Utilizando um Royal McBee LGP-30, Lorenz criou um modelo de previsão que apresentava um conjunto de apenas 14 variáveis, que foram mais tarde reduzidas até 12 variáveis. Tal modelo tinha como objetivo reproduzir o movimento das correntes de ar na atmosfera. O baixo poder computacional que seu primitivo computador apresentava forçava o cientista a poupar recursos, arredondando casas decimais, suprimindo as vírgulas dos números... etc. Ainda assim era possível traçar gráficos que representavam as condições meteorológicas desta atmosfera artificial. Dias ou meses de condições climáticas podiam ser simulados em poucos instantes.Aproximava-se o final da década de 1950. Certo dia, Lorenz decidiu repetir alguns cálculos em seu modelo. Para isto parou sua simulação computacional, anotou uma linha de números que havia sido apresentada tempos antes e digitou-a, fazendo com que o programa rodasse novamente. Como cientista típico, foi tomar um café. Voltando instantes depois, para sua surpresa, notou que os novos números da simulação nada pareciam com os impressos anteriormente. Inicialmente eram iguais, depois de algum tempo começavam a diferir na última casa decimal, então na penúltima, na antepenúltima... Fisicamente este resultado poderia ser interpretado como sendo as condições climáticas que, primeiramente, comportavam-se de forma semelhante à simulação anterior, dias após surgiam pequenas diferenças, depois diferenças cada vez maiores até que, semanas depois, as características climáticas eram totalmente diferentes das características da simulação anterior.Por que isto ocorreu? A conclusão do cientista foi de que os números digitados não eram exatamente os mesmos; estavam arredondados! Esta pequena diferença, embora irrisória no início, foi de maneira tão incisiva se avolumando até que mudasse totalmente o resultado final. A isto denominamos caos.Em 1971, o físico matemático belga David Ruelle apresentou na Califórnia uma palestra intitulada “Os atratores estranhos como uma explicação matemática da turbulência”. O termo “atrator estranho” foi citado pela primeira vez no artigo conjunto de Ruelle e Floris Takens: “Sobre a natureza da turbulência”, que originou a palestra supra citada. Este artigo influenciou enormemente a recém criada teoria do caos.Atrator é apenas uma representação gráfica de estados de um sistema. Mesmo sem jamais ter ouvido falar sobre atratores, Lorenz já havia visto um; seu atrator assemelhava-se a uma borboleta, como na figura abaixo.

Embora a palestra de Ruelle tenha chamado a atenção dos estudiosos do caos para uma forma de representação gráfica bastante interessante, nenhuma influência seria de tal monta como a que causou um instigante artigo elaborado por Lorenz. Intitulado “Previsibilidade: o bater de asas de uma borboleta no Brasil desencadeia um tornado no Texas?”, o artigo foi apresentado em 1972 em um encontro em Washington. Lorenz não responde à pergunta mas argumenta que:a) se um simples bater de asas de uma borboleta pode ocasionar um tornado, então todos os bateres anteriores e posteriores de suas asas, e ainda mais, as atividades de outras inúmeras criaturas também o poderão;b) se um simples bater de asas de uma borboleta pode ocasionar um tornado que, de outra forma, não teria acontecido, igualmente pode evitar um tornado que poderia ser formado sem sua influência.O que Lorenz queria dizer é que insignificantes fatores podem amplificar-se temporalmente de forma a mudar radicalmente um estado. Assim, a previsão do tempo a longo prazo continua a ser algo inalcançável, pelo fato de que nossas observações são deficientes e os arredondamentos que utilizamos, inevitáveis.O best seller de James Gleick “Caos: a criação de uma nova ciência” (1987) apresenta como um dos principais capítulos o intitulado “O efeito borboleta”. De uma forma tão coincidentemente incrível, como talvez somente o destino consegue fazer, a forma do atrator de Lorenz e o ponto principal deste seu artigo são os mesmos: a borboleta. Por isto costuma-se associar à teoria do caos o chamado “efeito borboleta”. Mas quando alguém lhe disser com veemência que o efeito borboleta é chamado assim devido ao atrator; ou afirmar que é por causa do artigo, duvide, pois o próprio Lorenz desconhece o motivo.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Dica de Filme



BRILHO ETERNO DE UMA MENTE SEM LEMBRANÇAS

Após sua ex-namorada fazer um tratamento experimental para esquecê-lo, um homem decide se submeter ao mesmo processo. Porém ele acaba invertendo a situação, encaixando a ex-namorada em situações de sua vida as quais ela não esteve presente. Com Jim Carrey, Kate Winslet, Kirsten Dunst, Elijah Wood e Tom Wilkinson. Vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original

Moyses W.
Indico o filme, pois mostra muitas situações normais e ainda fazem a transformação figurada de certas coisas do nosso cotidiano. Interpretação perfeita dos atores e também o puro sentimentalismo utilizado.

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Música - Stone Temple Pilots


Pra você que não conhece, ou ja ouviu falar. Escute essa banda da década de 90, pertencente a um cenário interessante.

sábado, 10 de novembro de 2007

Literatura de Cordel - Firmino Teixeira do Amaral

Firmino Teixeira do Amaral




El autor de esta "lucha" o "topada" no es el Ciego Aderaldo, sino el poeta Firmino Teixeira do Amaral, el más brillante poeta popular de Piaui y uno de los mejores del Brasil. Cuñado del Ciego Aderaldo, contribuyó a crear una aureola de fama en torno al nombre del Ciego (que adoptó para formar su seudónimo o nome de plume RA). Dotado de una gran imaginación y de mente brillante, creó, en torno a Aderaldo, varias "peleas" ficticias, como también romances e historias. Lo más fantástico es que la secuencia original de esta supuesta pelea siempre fue publicado bajo el nombre del Ciego Aderaldo como si éste hubiese sido el verdadero autor, siendo que Aderaldo jamás se tomó el trabajo de desmentir uno de los mitos más populares de la región nordeste del Brasil. Al final de su vida, el Ciego Aderaldo se disculpó con las comunidades negras por haber tomado a algunos de ellos como "rivales" imaginarios en sus peleas, lo que no era "políticamente correcto", como el personaje al que hizo famoso: El trovador negro "Pretinho dos Tucuns", que jamás existió...

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Em pouquississimas palavras: Fantasia(Género)


Apesar de o género, no seu sentido moderno, ter menos de dois séculos, os seus antecedentes têm uma história longa.
Começam talvez com os documentos mais antigos conhecidos pela humanidade.Mitos e outros elementos que surgiriam para definir a Fantasia e os seus subgéneros, foram parte de alguns dos mais grandiosos e celebrados trabalhos de literatura. Desde A Odisseia, as Lendas Arturianas, dos romances medievais à poesia épica da Divina Comédia, das aventuras fantásticas de bravos heróis e heroínas, monstros e reinos secretos, inspiraram muitas audiências. Neste sentido, a história da Fantasia e a História da Literatura estão intimamente interligadas.
A história do mundo moderno da fantasia começa com William Morris, membro da irmandade pré-rafaelita, que, nos fins do século XIX, se tornou o pioneiro do género com a obra “The Well at the World’s End” (o Poço no Fim do Mundo) e outras obras, e Edward Plunkett, Lord Dunsany, que continuou a tradição até ao século XX.
Desde o início até meados do século XX, muitas obras de fantasia foram publicadas nas mesmas revistas de ficção científica, sendo muitas vezes escrita pelos mesmos autores.
Nos meados do século XX, dois subgéneros de fantasia tornaram-se muito populares: High Fantasy e Sword and Sorcery (Espada e Feitiçaria). Dentro do género de High Fantasy, O Hobbit e O Senhor dos Anéis são marcos; outros trabalhos importantes são As Crónicas de Narnia , de C. S. Lewis e as séries Earthsea de Úrsula K. Le Guin.Alguns dos mais importantes contributos para o género Sword and Sorcery incluem Fritz Leiber, Robert E. Howard e Clark Ashton Smith. A literatura fantástica viu a sua popularidade renovada no fim do século XX, muitas vezes influenciadas por estes trabalhos e, tal como eles, influenciada por mitos e romances épicos e medievais.
A popularidade do género fantástico continuou a aumentar no século XIX, como é demonstrado pelo best seller Harry Potter, como pelas adaptações ao cinema de algumas obras, que se tornaram êxitos estrondosos, de que são exemplo os recentes filmes d’O Senhor dos Anéis.
Não divulguei, mas Assistam "Senhor dos Aneis".

Interessante - Glauber Rocha - Conheça!


Uma Estética da Fome



e tbm

www.tempoglauber.com.br

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Curiosidades - Depressão



A identificação da depressão

Para afirmarmos que o paciente está deprimido temos que afirmar que ele sente-se triste a maior parte do dia quase todos os dias, não tem tanto prazer ou interesse pelas atividades que apreciava, não consegue ficar parado e pelo contrário movimenta-se mais lentamente que o habitual. Passa a ter sentimentos inapropriados de desesperança desprezando-se como pessoa e até mesmo se culpando pela doença ou pelo problema dos outros, sentindo-se um peso morto na família. Com isso, apesar de ser uma doença potencialmente fatal, surgem pensamentos de suicídio. Esse quadro deve durar pelo menos duas semanas para que possamos dizer que o paciente está deprimido.

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Literatura - Gilka da Costa de Melo Machado

Gilka da Costa de Melo Machado

Publicou seu primeiro livro de poesia, Cristais Partidos, em 1915. Na época, já era casada com o poeta Rodolfo de Melo Machado. No ano seguinte, ocorreu a publicação de sua conferência A Revelação dos Perfumes, no Rio de Janeiro. Em 1917 saiu Estados de Alma; seguiram-se Poesias, 1915/1917 (1918); Mulher Nua (1922), O Grande Amor (1928), Meu Glorioso Pecado (1928), Carne e Alma (1931). Em 1932 foi publicada em Cochabamba, na Bolívia, a antologia Sonetos y Poemas de Gilka Machado, prefaciada por Antonio Capdeville. Em 1933, Gilka foi eleita "a maior poetisa do Brasil", por concurso da revista O Malho, do Rio de Janeiro. Foram lançadas, nas décadas seguintes, suas obras poéticas Sublimação (1938), Meu Rosto (1947), Velha Poesia (1968). Suas Poesias Completas foram editadas em 1978, com reedição em 1991. Poeta simbolista, Gilka Machado produziu versos considerados escandalosos no começo do século XX, por seu marcante erotismo. Para o crítico Péricles Eugênio da Silva Ramos, ela “foi a maior figura feminina de nosso Simbolismo, em cuja ortodoxia se encaixa com seus dois livros capitais, Cristais Partidos e Estados de Alma”.

Dica de Filme - "Uma Vida Iluminada"


Jonathan (Elijah Wood) é um jovem judeu americano, que embarca numa viagem para a Ucrânia em busca da mulher que salvou a vida de seu avô na Segunda Guerra Mundial. Colecionador de objetos que marcam a história de sua família, o garoto é impulsionado pelo desejo de agradecer à mulher após a morte do avô, cuja única lembrança que guarda do passado é uma foto da época em que ele morava na Sérvia e um pingente. Para iniciar a jornada em terra desconhecida, Jonathan entra em contato com uma família local, que ganha a vida auxiliando turistas. O jovem Alex Perchov (Eugene Hutz), que sonha acordado em se tornar um astro do hip hop, é o tradutor. Quem os conduz na viagem é o velho rabugento Sanfran, que diz estar cego, e é acompanhado por um cão de guia chamado Sammy Davis Jr. Juntos, eles passam por situações hilárias, muitas vezes marcadas por um choque cultural e intolerância de Sanfran e por emoções ligadas a lembranças do passado.

Filosofia - Epicurismo / Estoicismo / Pirronismo (por Cristina G. Machado de Oliveira)



Epicurismo
Para Epicuro o bem soberano é o prazer (ausência de dor, de mal-estar, sentir-se bem consigo mesmo). Para isso é necessário banir os objetos de medo e controlar os objetos do desejo.Aquele que conseguir fazê-lo desfrutará de uma deliciosa ataraxia (ausência de perturbação).
O mundo é feito de átomos (partículas infinitamente pequenas, indivisíveis, indestrutíveis, que caem eternamente no vazio). Tudo é uma questão de algum fluxo de átomos.
A canônica epicurista decorre da física. Ela compreende 3 critérios: a sensação ( que proporciona o existente. Todos os corpos emitem sem cessar partículas tênues à sua imagem – as eidôla – simulacros), a prolepse (ou antecipação) – espécie de coletânea, na alma, das sensações que a afetaram anteriormente; e a afeição ( o prazer e a dor que nos informam sobre o que é conforme à natureza ou contra ela).
A vida deve ser convenientemente regrada. Este é o objetivo da ética.
Segundo Epicuro, temos 3 tipos de prazeres:
1° os naturais e necessários (comer quando se tem fome)
2° naturais, porém não necessários (comer excessivamente)
3° nem naturais, nem necessários (fumo, luxo)
Epicuro afirmava que a política é uma fonte de agitação, perda de tempo agradável. Afirmava que o homem não é nem sociável, nem afável. Para ele a amizade está entre as maiores felicidades de nossa vida.
O epicurismo admitia todos: homens, mulheres e até escravos.
O objetivo do epicurismo era libertar as pessoas do medo da vida. Ele ensinava as pessoas a buscar a felicidade e a realização em suas vidas privadas.

Estoicismo
Consideravam o mundo um Todo vivo, uno e pleno, sem lugar para indeterminação. Corporalismo - tudo é corpo, nesse conjunto de individualidades ligadas entre si por uma simpatia universal que faz dele um organismo. Difundida por toda parte, a alma do mundo anima-o até na mais ínfima das suas partes. A cada parte é atribuída uma função com vista ao bem superior do Todo.
Só são ditos incorpóreos o espaço, o tempo, o vazio e certa categoria, o leketon, isto é, o aquilo-de-que-se-fala, não sendo considerados como existentes reais.
O conhecimento é uma operação imanente, corporal, como o é seu objeto.
Não há acaso, tudo é providencial.
O conceito é uma palavra vazia.
Da física estóica decorre um otimismo fundamental. Para ser feliz basta seguir a natureza (não se deixar levar sem refletir por todos os movimentos que me agitam). A prática da virtude permitirá o alcance da apatheia.
Comportar-se como estóico é compreender que, como as coisas não podem ser de outro modo, pois são organizadas divinamente, o melhor ainda é acomodar-se a elas e, por conseguinte, prevê-las na medida do possível, a fim de as suportar com mais boa vontade.
Deus não está fora do mundo e separado dele, mas totalmente impregnado no mundo – ele é a mente do mundo, a auto-consciência do mundo.
Já que somos um todo com a natureza, e não existe nenhum reino superior, está fora de questão nossa ‘ida’ para algum lugar quando morrermos.
Os estóicos acreditavam que as emoções são juízos e,portanto, cognitivas: são formas de conhecimento.

Pirronismo
Tudo é relativo.
É a atitude cética ou efectícia (que consiste em suspender o juízo). Recusa-se a fazer uso de um entendimento cuja validade não lhe parece comprovada e cujos produtos não são garantidos. Contenta-se como o imediato e vive em paz.
Para Pirro, tudo o que podemos fazer é tomar as coisas pelo que nos parecem, mas as aparências são notoriamente frustrantes, por isso nunca devemos assumir a verdade de uma.
Para ele, toda prova repousa em premissas não provadas; e isso é tão verdadeiro em lógica, matemática e ciência quanto na vida diária.
escrito por: Cristina G. Machado de Oliveira

Saúde - Calmantes


O QUE SÃO OS ... CALMANTES?

São drogas ou medicamentos que deprimem o sistema nervoso central, causando desde sonolência até inconsciência. São mais conhecidos por diminuírem o nervosismo (ansiedade) e provocar sono. Neste grupo estão os benzodiazepínicos (p.ex.: diazepam), os barbitúricos e até o álcool.


QUAIS SÃO OS EFEITOS INDESEJADOS (COLATERAIS)?

Os benzodiazepínicos provocam sonolência e diminuem a coordenação motora e dificultam movimentos finos. Por isso, aumentam os riscos de acidentes. Também diminuem a memória e aumentam o apetite. Misturar com bebidas alcoólicas, ou seja, usar ao mesmo tempo, aumenta o risco de acidentes de trânsito. Doses muito altas ou a mistura com bebidas alcoólicas podem levar à intoxicação severa, com inconsciência e morte.

Música - Power violence



El Power violence es un subgénero musical del thrashcore, grindcore, hardcore punk que tiene sus orígenes a principios de la década de 1990. La banda hardcore de fines de la década de 1980, Infest, sería la banda que fuertemente influenció el sonido de este tipo de música.
Básicamente consiste en un hardcore extremo experimental, agresivo, ultra rápido, muy parecido al grindcore pero sin la escencia metálica por la que ese tipo de música es conocido. Tiene voces extremadamente gritadas, acompañada de guturales (no necesariamente guturales tipo death metal, sino algo más característico y propio del estilo). El estilo vocal que nos presentan bandas como Spazz o Lack Of Interest ha sido descrito como "voz de gorila" o "voz de bulldog". En ocasiones se deja la velocidad para introducir partes extremadamente lentas, sin dejar de lado la distorsión ni los gritos, esto hace recordar al sludge. Las canciones powerviolence difícilmente duran más de 40 segundos.
fonte (net) hehehe.

Dica de Livro - "dos versos fandangos ou a má reputação de um estulto em polvorosa" (Caco Ishak)


Amigo você merece esse espaço:
conheça o blog:
http://www.verbeat.org/blogs/cacoishak/

Photographia - Moyses Wesley


Conheça um pouco do trabalho fotográfico de Moyses Wesley, 2007.


Conheça - Artes (música, literatura, ...)

Nhambuzim surgiu na cidade de São Paulo a partir do encontro de três amigos que se propuseram a contar, em música, as estórias criadas por Guimarães Rosa. Assim como o escritor bebeu direto das tradições do norte de Minas, também o grupo Nhambuzim, numa tentativa de capturar o som do cerrado. Mas estamos falando de um grupo paulistano, urbano, que se fizesse música regional trairia o conceito de universalismo tão caro a Guimarães. Por isso o regionalismo no grupo Nhambuzim é somente o ponto de partida. O que o reveste é uma sonoridade nova, fortemente apoiada no arranjo de vozes. Nhambuzim, entretanto, não é um grupo vocal. É, antes de tudo, um grupo no qual as vozes tecem um diálogo fecundo com os instrumentos. Esse diálogo comporta o regionalismo, mas também as matrizes urbanas aportadas por cada integrante do grupo, assim como as fontes arcaicas que permeiam o discurso musical brasileiro. Nhambuzim é, enfim, um grupo de música brasileira, e sublinha toda a vastidão que o termo abraça.
www.nhambuzim.com